A nossa posição
O sistema sai do ar, e quem responde é você
Você é fundador. A sua empresa existe porque em algum momento deu para construir o produto sem esperar um time de tecnologia, com a inteligência artificial fazendo o trabalho pesado. Chamam isso de vibe coding. Seja qual for o nome, você chegou ao mercado antes de quem ficou esperando time, orçamento e cronograma.
A conta vem depois, e chega inteira na sua mesa. No dia em que o sistema para, ninguém liga para a plataforma onde ele foi feito. Ligam para você. Na sexta lá de cima o sócio não perdeu só o banco de dados: perdeu a manhã e perdeu a resposta que ia ter que dar se um cliente perguntasse cadê os dados dele.
O problema técnico quase sempre tem conserto, e costuma sair mais barato do que parece na hora do susto. Caro é o que vem junto: o cliente que percebeu, o sócio que quer saber o que aconteceu, o contrato que estava para assinar naquela semana. E a plataforma já avisou ali em cima que essa parte não é problema dela.
Agora a parte em que a gente acredita, e que vai contra quase tudo que se fala sobre o assunto. Quem está construindo com IA hoje vai ficar bom tecnicamente. Já está ficando. Quem subiu o primeiro sistema em março está fazendo pergunta sobre banco de dados em agosto, e essa curva é mais rápida que a de muita gente que passou quatro anos na faculdade.
Você aprende isso rápido quando tem alguém do lado apontando o que olhar primeiro, o que dá para deixar para depois e o que não pode acontecer nunca. Todo desenvolvedor bom que eu conheço teve essa pessoa por perto nos primeiros anos. Você entrou por outra porta e não teve.
É esse o trabalho aqui. E vale dizer com todas as letras: a H.Tech também constrói com IA. Os nossos produtos estão no ar, com cliente usando, feitos assim. A diferença está no que roda em volta.