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H.TechFalar com a gente

Para quem construiu com IA e já tem cliente

Numa sexta de manhã, um founder apagou o próprio banco de dados.

Ele não fez nada de errado. Só não é desenvolvedor, e ninguém nunca sentou com ele para explicar que esse tipo de coisa pode acontecer.

Se você construiu com IA e já tem gente usando, a H.Tech faz o diagnóstico do que está de pé hoje e te mostra o que precisa mudar para reduzir esse risco. O que a gente não vai fazer é te mandar jogar tudo fora e começar de novo.

O diagnóstico cobre sistema feito em

Lovablev0ReplitBoltBase44CursorClaude CodeSupabaseWindsurf

A primeira coisa que ele perguntou foi qual era o caminho mais rápido para voltar. Ele sabia que tinha valor ali dentro. Faltava saber qual era o próximo passo.

1 pergunta

É o que teria evitado tudo

Quase todo mundo tem backup ligado. Quase ninguém já tentou restaurar um.

7

Perguntas no diagnóstico

Nenhuma delas exige que você entenda de código. A de cima é uma.

5 dias úteis

Do começo ao plano na sua mão

Com o problema, a evidência e a ordem do que resolver primeiro.

Para quem é

Você provavelmente já disse uma dessas

Em voz alta, ou dirigindo sozinho. Se alguma for sua, a gente já sabe por onde a conversa começa.

  • Fundador solo

    “Se eu sumir uma semana, ninguém toca nisso”

    Você construiu, você mantém e você é o único que sabe onde cada coisa está. Funciona até você ficar doente, viajar ou querer contratar alguém.

  • Depois do parecer

    “Me disseram que tem que refazer do zero”

    Um desenvolvedor olhou, fez cara feia e falou em recomeçar. Pode ser verdade, pode ser orçamento. Hoje você não tem como saber qual dos dois é.

  • Time que não entrega

    “Estoura prazo e eu nunca sei de quem é a culpa”

    A explicação sempre vem com um termo técnico dentro, e você sai da reunião sem saber se o problema é gente, processo ou tecnologia.

  • Primeira contratação

    “Vou contratar meu primeiro desenvolvedor”

    Você vai avaliar currículo, preço e tudo que a pessoa disser sobre o que você construiu. É a contratação mais cara de errar e a que você tem menos base para fazer.

  • Cliente grande chegando

    “Vão querer olhar meu sistema por dentro”

    Cliente corporativo ou investidor, o roteiro é o mesmo. Alguém passa o pente fino antes de assinar, e do jeito que está você descobre o que tem lá dentro junto com ele.

  • Já levou o susto

    “Terceiro mês no ar e sumiu coisa”

    Caiu, vazou ou apagou. Você resolveu na correria, o cliente até entendeu, e desde aquele dia você dorme com um olho aberto.

  • A conta subindo

    “Entrou mais gente e a fatura explodiu”

    Mais usuário devia significar mais margem. Quando a conta da plataforma sobe mais rápido que a receita, tem uma decisão lá atrás precisando ser revista.

  • Dono não técnico

    “Tecnologia não é o meu negócio”

    Você tem clínica, escritório, transportadora. O sistema é ferramenta, e não tem ninguém aí dentro da área para te dizer se está bem feito.

  • Herdou o código

    “Quem fez foi embora”

    Sobrou o acesso, o código e nenhuma explicação. Antes de colocar outra pessoa para mexer, você precisa saber o que tem ali dentro.

E não é para você se

  • Você ainda está validando a ideia e não tem gente usando de verdade. Gasta esse dinheiro procurando cliente. Volta aqui quando tiver.
  • Você quer só um relatório automático. Existe ferramenta que faz isso sozinha e custa pouco. O que você paga aqui é a pessoa que lê o resultado e senta com você depois.
  • Sua empresa já tem time de engenharia com um chefe de tecnologia. Você já tem quem responda essas sete perguntas. Se contratar mesmo assim, vai estar pagando por uma segunda opinião, e a gente vai te falar isso na primeira conversa.

Contexto

Não aconteceu só com ele

Quatro números públicos, cada um com o link de onde saiu. Confere você mesmo.

1 milhão

Projetos novos por semana

Só no Lovable. TechCrunch

80%

De quem constrói não é técnico

Autodeclarado, na própria plataforma. The Next Web

9,3/10

Nota de uma falha já corrigida

Segundo o registro público, permitia ler e escrever nas tabelas dos sites gerados. NVD, CVE-2025-48757

5.000+

Apps no ar quase sem proteção

Cerca de 40% expunham dado sensível, incluindo o financeiro de um banco brasileiro. Wired e RedAccess

E o que a fabricante respondeu

No próprio registro da falha consta que a fabricante contestou a classificação, sustentando que proteger o dado é responsabilidade de quem usa a plataforma. Guarde essa frase. Ela diz onde a responsabilidade cai quando o produto é seu e a ferramenta é de outro.

A nossa posição

O sistema sai do ar, e quem responde é você

Você é fundador. A sua empresa existe porque em algum momento deu para construir o produto sem esperar um time de tecnologia, com a inteligência artificial fazendo o trabalho pesado. Chamam isso de vibe coding. Seja qual for o nome, você chegou ao mercado antes de quem ficou esperando time, orçamento e cronograma.

A conta vem depois, e chega inteira na sua mesa. No dia em que o sistema para, ninguém liga para a plataforma onde ele foi feito. Ligam para você. Na sexta lá de cima o sócio não perdeu só o banco de dados: perdeu a manhã e perdeu a resposta que ia ter que dar se um cliente perguntasse cadê os dados dele.

O problema técnico quase sempre tem conserto, e costuma sair mais barato do que parece na hora do susto. Caro é o que vem junto: o cliente que percebeu, o sócio que quer saber o que aconteceu, o contrato que estava para assinar naquela semana. E a plataforma já avisou ali em cima que essa parte não é problema dela.

Agora a parte em que a gente acredita, e que vai contra quase tudo que se fala sobre o assunto. Quem está construindo com IA hoje vai ficar bom tecnicamente. Já está ficando. Quem subiu o primeiro sistema em março está fazendo pergunta sobre banco de dados em agosto, e essa curva é mais rápida que a de muita gente que passou quatro anos na faculdade.

Você aprende isso rápido quando tem alguém do lado apontando o que olhar primeiro, o que dá para deixar para depois e o que não pode acontecer nunca. Todo desenvolvedor bom que eu conheço teve essa pessoa por perto nos primeiros anos. Você entrou por outra porta e não teve.

É esse o trabalho aqui. E vale dizer com todas as letras: a H.Tech também constrói com IA. Os nossos produtos estão no ar, com cliente usando, feitos assim. A diferença está no que roda em volta.

O diagnóstico

O diagnóstico começa por sete perguntas

Nenhuma delas é técnica, de propósito: são as sete que você consegue responder sozinho hoje. Elas servem para você saber onde dói. O trabalho vai muito mais fundo que isso.

  1. Quem consegue ver os dados dos seus clientes hoje?

    É o único item desta lista que você não desfaz depois que acontece.

  2. Se alguém apagar alguma coisa agora, você volta atrás?

    Foi exatamente aqui que a conversa lá em cima começou.

  3. Dá para entrar na conta de outro cliente?

    Um cliente ver o dado de outro acaba com a confiança de uma vez só.

  4. Quem mexe no seu código consegue quebrar o que já funcionava?

    É por isso que tem semana em que você conserta uma coisa e três param.

  5. Com dez vezes mais gente usando, o que quebra primeiro?

    E quanto isso passa a custar por mês, que é a parte que quase ninguém calcula antes.

  6. Você fica sabendo que caiu antes do cliente te avisar?

    Na maioria das vezes o cliente descobre primeiro, e a conversa já começa com você atrás.

  7. O problema é gente, processo ou tecnologia?

    Errar essa é o jeito mais comum de gastar dinheiro no lugar errado.

E o que acontece embaixo de cada uma

Cada pergunta dessas abre uma investigação inteira dentro do seu sistema, e o caminho muda conforme o que você construiu, quanta gente usa e para onde a empresa está indo. Um produto com 200 usuários e um com 20 mil não recebem o mesmo diagnóstico.

O trabalho atravessa, no seu caso concreto:

  • o produto que está no ar e o que ele aguenta hoje
  • o dado dos seus clientes, quem alcança e o que acontece se sumir
  • quem mexe no código, como mexe e o que você tem direito de cobrar
  • quanto custa rodar hoje e quanto vai custar no próximo degrau de uso
  • o que a empresa precisa entregar nos próximos 12 meses, e o que trava isso

A profundidade acompanha o tamanho do problema. A gente vai até onde precisa ir para você decidir com base em fato: contratar ou não, consertar ou refazer, aguentar mais um ano ou mexer agora, e quanto custa cada um desses caminhos. Ninguém sai daqui com relatório de modelo.

O que chega na sua mão

Um plano que você mesmo consegue conduzir

Cada problema vem em três linhas: onde ele está, o que acontece se ficar como está, e o que fazer. Tudo na ordem de resolver, do que não pode esperar até o que dá para deixar para o ano que vem.

O plano é escrito para você tocar. Com o time que já tem, com o fornecedor que hoje mexe no seu código, ou com as suas próprias mãos quando o conserto é mudar uma configuração e a gente diz qual.

Se você preferir que a gente execute, a H.Tech assume o desenvolvimento. Isso é orçado depois, em cima do que for encontrado, e não é condição para nada. O plano é seu no dia em que fica pronto, e ele funciona mesmo que você nunca mais fale com a gente.

Exemplo ilustrativo. O plano de verdade traz a evidência de cada ponto e o passo a passo do conserto.

Honestidade de escopo

O que este trabalho não é

Você provavelmente já contratou alguém que prometeu mais do que entregou. Então está aqui na cara, antes de você perguntar, o que este trabalho não cobre.

  • Não é auditoria formal de segurança nem teste de invasão. É outro trabalho, com outra profundidade e outro preço. Se for isso que você precisa, a gente te diz.
  • Não emite parecer jurídico de LGPD. A gente aponta o risco. Quem assina conformidade é advogado.
  • Não é teste de carga real. Exige ambiente e ferramenta próprios.
  • Não revisa a regra do seu negócio. Você conhece o seu negócio melhor que a gente.
  • Não conserta nada. O diagnóstico diz o que fazer. Fazer é a etapa seguinte, orçada em cima do que for encontrado.

E o diagnóstico não substitui o seu jurídico nem o seu contábil. Ele te dá base técnica para decidir. A decisão continua sendo sua, e a execução também, a menos que você contrate a gente para executar.

Investimento

Comece pelo degrau que resolve o seu momento

Diagnóstico com Especialista

R$ 2.500duas conversas e um plano escrito

  • 90 minutos com um especialista da H.Tech, em duas sessões, com dever de casa no meio
  • Plano priorizado: o que fazer primeiro e o que dá para deixar
  • O que é risco de negócio, sem sigla
  • O que cobrar de quem hoje mexe no seu código
Mais escolhido

Diagnóstico + Scan de Código

a partir de R$ 7.500o plano, e a evidência no código

  • Tudo do diagnóstico
  • Leitura do código de um sistema, nas mesmas sete perguntas
  • Cada ponto com onde está, o quanto é grave e o que fazer
  • Roda sobre cópia ou acesso somente de leitura

Depois do diagnóstico

Orçadoem cima do que for encontrado

  • Conserto do que o diagnóstico apontou
  • Sustentação e desenvolvimento contínuo
  • Acompanhamento de 90 dias com um CTO sênior do seu lado

Valores em reais, para atendimento no Brasil, válidos na data de publicação desta página e sujeitos a confirmação em proposta. O que vale é a proposta assinada.

Como o valor do Scan é fechado

O Scan começa em R$ 5.000 por sistema. O valor final depende do tamanho do código que é seu, e a gente confere isso em dois minutos na conversa de triagem, antes de qualquer proposta. Não entram na conta as bibliotecas de terceiros nem os componentes que já vieram prontos da plataforma.

O número fechado, o prazo e o que está dentro do escopo vão escritos na proposta, e só valem o que estiver lá. Fale com a gente que a gente dimensiona o seu caso.

Uma regra que não tem exceção

A H.Tech só analisa sistema com autorização por escrito de quem é dono dele, e a autorização vai anexa ao contrato. A gente não analisa sistema de concorrente, de ex-sócio, de fornecedor nem de qualquer terceiro, mesmo com você pagando. O trabalho roda sobre cópia do código ou acesso somente de leitura, que você concede e revoga quando quiser, e nunca com senha de produção.

Portfólio

Mais de 75 projetos entregues. 22 deles construídos com IA.

São 16 anos de sistema em produção. Vinte e dois desses projetos nasceram de 2023 para cá, com inteligência artificial dentro do processo do começo ao fim: a especificação, o código, o teste e a revisão. É a mesma forma de trabalhar que entra no seu projeto.

Construídos assim, e no ar

ÓrbitaEvolveTidyBeeKIAIOrkaduDotWorkflow IA

Também no portfólio recente

STCCaseflowZucaseCIFRALilaEmersonDeCriptoLINKAMovaHealthJurimetriaAfiliados da Shopee

Escala, custo de nuvem, dado de um cliente separado do outro, plantão quando cai de madrugada. A gente responde essas sete perguntas dentro de casa toda semana, e foi daí que o método saiu.

Ver o portfólio completo

O fundador

Vinicius Graciano, fundador da H.Tech Consultoria

Vinicius Graciano

Fundador da H.Tech Consultoria
e autor do método

LinkedIn

Comecei no help desk em Goiás ganhando R$ 1.200 por mês. Hoje sou CTO em exercício de uma fintech de câmbio regulada e continuo escrevendo código todo dia. No meio disso couberam 16 anos, mais de 75 projetos e 15 times.

Fui chamado a carreira inteira para três coisas:

  1. Montar time e processo de tecnologia do zero

    Empresa que nunca teve área de tecnologia, ou que tem gente boa e nenhum combinado sobre como trabalhar. É o pedido que mais chegou até hoje.

  2. Refazer sistema que já está rodando

    Pegar o que está no ar, entender o que ninguém documentou e reconstruir sem parar a operação no meio. É o trabalho que quase ninguém quer pegar.

  3. Preparar para escalar o que foi feito com IA

    A frente mais nova, e a que mais cresce. A ferramenta mudou muito em dois anos. O que decide se um sistema aguenta é praticamente o mesmo de dez anos atrás.

Numa gestora de recebíveis do mercado de capitais eu levei o gasto anual de tecnologia de R$ 5 milhões para R$ 2,1 milhões em quatro anos, com o time saindo de 22 para 12 pessoas e entregando mais do que entregava antes. A única linha que eu me recusei a cortar, do primeiro ao último mês, foi treinamento. Foi ela que fez o resto funcionar.

O método virou ferramenta, e a ferramenta é nossa

O que a H.Tech vende é esse método escrito, com roteiro, critério e software próprio por trás. Três peças sustentam o diagnóstico, e as três foram construídas aqui dentro:

  • Evolve, que mede maturidade de engenharia em sete dimensões e 86 indicadores, e devolve o retrato com a ordem do que atacar.
  • Workflow IA, os portões automáticos que rodam em mais de 25 repositórios nossos e apontam sozinhos o que um humano precisa olhar.
  • Órbita, que acompanha cada trabalho do primeiro contato à última entrega, com o mesmo dado que a gente usa para medir a própria casa.

Os três usam inteligência artificial dentro do processo, fazendo trabalho que antes era de gente. É a mesma aposta que você fez quando construiu o seu produto, só que aplicada ao nosso.

Por isso o diagnóstico não depende de eu estar na sala. Quem conduz é um Especialista da H.Tech, com o mesmo roteiro e a mesma ferramenta. Hoje sou eu na maior parte das conversas, e a ideia é que não seja só eu.

A H.Tech nasceu dessa leitura: problema de tecnologia quase sempre é maturidade e comportamento. A parte técnica costuma ser a mais fácil de resolver.

16anos em tecnologia
75+projetos entregues
15times liderados
R$ 2,9Mde custo anual cortado

Próximo passo

Conta o que você construiu

Uma pessoa do time lê e responde em até um dia útil. A primeira conversa é de 30 minutos, só para entender o seu caso. Se fizer sentido, a gente marca com o especialista da H.Tech.

Sem robô e sem sequência automática de e-mail. Se preferir escrever direto,comercial@htech.ltd.

A gente usa o que você escrever só para responder você, e não entra em lista de disparo. Enviar este formulário não cria contrato nem obriga nenhum dos dois lados. Não escreva aqui senha, chave de acesso nem dado de cartão. Detalhe emprivacidade e em termos.